Angola


A exposição fotográfica World Press Photo 2009 vai estar patente na capital angolana, de 6 a 26 de Novembro, no espaço do Instituto Camões-Centro Cultural Português.
Destak/Lusa

As 200 imagens premiadas das 10 categorias temáticas do concurso vão estar expostas em Luanda graças a uma parceria entre as embaixadas dos Países Baixos e Portugal e a organização da World Press Photo.

Esta é a segunda vez que as imagens deste concurso internacional de fotografia iniciado em 1955 nos Países Baixos(Holanda) podem ser vistas em Luanda, uma das cerca de 100 capitais mundiais por onde esta exposição passa este ano, com uma estimativa de cerca de dois milhões de visitantes.

O World Press Photo é uma organização independente sem fins lucrativos, estabelecida nos Países Baixos em 1955.

O seu objectivo principal é de apoiar e promover internacionalmente as obras de fotógrafos profissionais de imprensa.

No decorrer dos anos, a World Press Photo tornou-se uma plataforma independente para o fotojornalismo e para a livre troca de informação.

A exposição deste ano resulta da apreciação de mais de 96 mil imagens de 5508 fotógrafos com origem em 124 países, tendo o júri, em Fevereiro, na cidade holandesa de Amsterdão, escolhido as 200 premiadas que poderão ser vistas em Luanda.

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ANGOLA, PAÍS DE FUTURO

Já passou o tempo da incerteza,
da vontade de ser
e não poder.
Chegou a tempo a confiança
de acreditar
em ser mudança.

Foi-se o cenário a preto e branco
de feridas abertas,
vontades incertas,
se fez luz atrás de um longo escuro
e se constrói
a Angola do futuro.

P’ros jogos de mano-a-mano,
a Angola bem-vindo és!
Angola te abre os braços
P’ro CAN de 2010.

O futebol que é africano,
dos “brinca-na-areia”
volta e meia,
está quase a chegar à nossa Angola
a arte pura
de jogar a bola.

Em Cabinda, Luanda, Benguela e Lubango,
a natureza mostra a sua beleza.
Como Angola é mesmo linda,
Com sua cultura
Sempre bem – vinda.

P’ros jogos de mano-a-mano,
a Angola bem-vindo és!
Angola te abre os braços
p’ro CAN de 2010.

miamiout09

E aqueles que são estrangeiros, pagam uma boa gasosa (” por debaixo da mesa” ) e ficam com BI angolano?

:roll:

Continuemos 8)

Governante nega registo de cidadãos indocumentados com prova testemunhal
Luanda – O registo de cidadãos sem documentos, por qualquer razão, para a aquisição do novo Bilhete de Identidade, que entrará em vigor no dia 01 de Outubro, não será feito com prova testemunhal, informou a ministra da Justiça, Guilhermina Prata.

A governante, que falava em entrevista a TPA, deu a conhecer que tal não irá acontecer, uma vez que a Lei do registo civil não prevê o facto.
Segundo Guilhermina Prata, antes de efectuar o registo o cidadão terá de apresentar um requerimento a conservatória da sua área de residência, explicando a situação em que se encontra e solicitar um atestado junto da administração do seu bairro.
Logo depois, disse, lhe será entregue um comprovativo que deverá apresentar no posto de emissão de BI, na área, que será criada para registo de cidadãos.
Na ocasião, a ministra informou que apesar de existirem muitos casos de cidadãos que nunca foram registados, outros têm vários registos.
Segundo a fonte, tal acontece porque muitas vezes perdem os documentos e por desconhecimento fazem um segundo ou mais registos.
Para que tal não aconteça, explicou, nos termos da Lei se ele perdeu a cédula e se souber o ano e o mês em que tratou faz-se uma busca e encontra-se o registo.
Deu a conhecer, que nesse momento, principalmente na província de Luanda, existem pessoas com mais de dois registos.

http://www.portalangop.co.ao

BI dos angolanos omitirá menção à raça a partir de outubro

A Escola Portuguesa de Luanda (EPL) não consegue dar resposta à crescente procura, nomeadamente de portugueses que chegam a Angola para trabalhar e pretendem matricular os filhos, disse hoje à Lusa a directora daquela instituição.

Maria Preciosa, admitiu que a capacidade de resposta aos crescentes pedidos de matrículas é “cada vez mais diminuta”.

A EPL foi projectada para 800 alunos, mas actualmente já tem o dobro, 1600, e recebeu este ano 900 pedidos, uma parte significativa por parte de casais portugueses a trabalhar em Angola.

Maria Preciosa confirmou que “há imensos pedidos” e que este ano houve “um volume maior” de solicitações.

“É uma situação que é recorrente e que nos últimos anos tem aumentado, mas não há capacidade para a entrada de mais alunos”, explicou a directora.

O projecto de construção da EPL previa a sua execução em três fases, tendo apenas a primeira sido concluída.

Maria Preciosa aconselha os cidadãos portugueses que pretendam viajar para Angola a seguirem as normas em prática em Portugal e também em Angola: “A confirmação antecipada da existência de vagas ou não na instituição, para posterior pedido de ingresso”.

“Essa norma, muitas vezes, não é observada e quando chegam deparam-se com este problema insolúvel”, disse a directora.

A responsável pela EPL salienta que o número máximo de vagas, quase todas devido a pessoas que terminam os seus contratos de trabalho no país, atinge apenas uma média anual de 50, o que considera “uma gota no oceano”.

O aumento do número de alunos nas turmas não é uma solução porque, segundo a directora da escola portuguesa, “poria em causa a qualidade de ensino que a escola pretende manter”.

Em Março de 2008 este problema já existia e a então directora da escola, Esmeralda Gonçalves, confirmava à Lusa que já havia garantias para o arranque das obras da segunda fase da EPL.

A garantia era, na altura, explicada pela responsável por ter sido desbloqueado o processo de Contrato de Gestão Definitivo do estabelecimento pela cooperativa de utilidade pública que gere a escola.

A passagem do contrato de gestão para definitivo é fundamental para que o alargamento da EPL possa beneficiar de crédito bancário.

A primeira fase, a que existe actualmente, foi integralmente financiada pelo Estado português, num montante inicialmente previsto de cerca de oito milhões de euros, mas que sofreu derrapagens ao longo do processo de construção.

O desbloqueamento do processo de construção da segunda fase foi anunciado em Luanda pelo ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, Luís Amado, em visita oficial que realizou no final de Fevereiro de 2008 a Angola.

Também o ministro da Cultura, António Pinto Ribeiro, em Junho último, afirmou em declarações à Lusa que a questão estava a ser analisada por parte das autoridades portuguesas, não tendo avançado contudo uma data.

António Pinto Ribeiro reconheceu a necessidade de alargamento da escola, frisando que o Estado português “está capacitado para isso”, num investimento que está na ordem dos nove milhões de euros.


Lusa 23.Set.2009

lbpostal006mox

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ves kianda, ainda os ha’ por ca’  ;)

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CAN

( Só um aparte: Haviam de ouvir os comentários dos mwangolés, ontem no Consulado de Angola, sobre o Manuel José e o “futuro” dos estádios depois do CAN. Comentários de partir a moka a rir! :D )

lbpostal006mox

como quem chamou por ti, chefe

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depois de 30km de picada (na foto os melhores metros), sem telemovel, sem net, sentada no jango a beber cha’ de caxinde, conversas como cerejas, sao estes os melhores fins de semana.

gostava de vos ter por ca’, nestes e noutros.

boas ferias.

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